O Critical Frame nasceu da vontade de conversar sobre videogames com mais atenção ao que existe por trás da experiência: escolhas de design, tecnologia, indústria, linguagem e contexto.
Se você quiser entender por que o projeto se chama assim, leia o que significa Critical Frame e como usamos esse enquadramento para falar de videogames.
O projeto reúne portal e canal como dois braços independentes de uma mesma proposta editorial. O portal não existe para servir ao canal, e o canal não existe para servir ao portal. Os dois compartilham o mesmo olhar crítico.
Sobre o criador
Augustho Cézar é criador e editor do Critical Frame.
Jogador há décadas, transformou a experiência acumulada com videogames em uma prática contínua de pesquisa, análise e produção editorial.
É formado em Administração, atua profissionalmente com Marketing Digital e reúne formações complementares na área. Essa combinação influencia diretamente o olhar do Critical Frame sobre jogos e indústria: design, sistemas, experiência do jogador, posicionamento de mercado, modelos de negócio e decisões de plataforma são analisados como partes da mesma obra e do mesmo contexto.
Nas análises, também considera princípios de game design, narrativa, sistemas e direção de jogo para entender não apenas se uma experiência funciona, mas por que ela funciona, o que está tentando fazer e quais escolhas existem por trás do que aparece na tela.
O objetivo não é estabelecer uma verdade definitiva sobre uma obra, mas construir argumentos, procurar evidências, testar interpretações e fazer perguntas melhores.
Augustho também desenvolve um projeto de formação voltado à análise de jogos, construído a partir do método editorial que vem sendo aplicado e refinado no Critical Frame.
Como trabalhamos
O Critical Frame usa ferramentas digitais, incluindo inteligência artificial, como apoio em etapas de pesquisa, organização e redação. Elas não substituem a responsabilidade editorial do projeto.
Em notícias e conteúdos factuais, buscamos distinguir informação confirmada de interpretação e apontar fontes sempre que isso ajuda o leitor a verificar o contexto. Em análises e opiniões, a leitura editorial é apresentada como tal.
O objetivo não é publicar o maior volume possível, mas usar tecnologia para ganhar tempo sem abrir mão de contexto, clareza e identidade.
“Jogue. Seja crítico. Enquadre a obra.”